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Curitiba, Paraná, Brazil
Jornalista e Pós-graduada em Comunicação Audiovisual - PUC/PR.

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Grupos do WhatsApp podem ter até 256 participantes


Atualização do WhatsApp aumenta número limite de participantes nos grupos

Se até a semana passada o aplicativo limitava em cem o número de pessoas, agora, com a nova versão, o mensageiro preferido da população mundial aumentou o limite de participantes em um grupo para 256.

Hoje, o WhatsApp é utilizado por mais de um bilhão de pessoas no mundo, marca expressiva que poucos aplicativos e serviços já conseguiram.

Para quem não lembra, no início, o WhatsApp permitia que apenas 15 pessoas participassem de um grupo, depois passou para 50, em 2014 para 100, e agora para 256.

A atualização está liberada para todas as versões do aplicativo, tanto para iOS, como para Android, Windows Phone, entre outras.


Grupo "Mais Brasil eu acredito"


De 100 para 256 parcipantes, ajuda ou atrapalha?

Há quem diga que a atualização do WhatsApp foi desnecessária, que mais de cem participantes em um grupo torna-se exagerado e incômodo. 

Esses usuários não deixam de ter razão - até a semana passada, se determinado grupo tivesse um número grande de pessoas interessadas em participar - obrigava os administradores a serem mais seletivos. 

Agora, eles podem abusar, ou melhor, adicionar até 256 integrantes, porém, algumas pessoas podem se incomodar com o volume de mensagens recebidas diariamente.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

BRASIL... DIPLOMA DE JORNALISMO NÃO É OBRIGATÓRIO PARA EXERCER A PROFISSÃO

Esta foto postada no site http://www.primeirodeabril.com.br faz uma ironia com a decisão do Supremo Tribunal Federal por votarem contra a exigência do diploma para o exercício da profissão de Jornalista.

STF derruba exigência do diploma para o exercício do Jornalismo

Em julgamento realizado nesta quarta-feira (17/06), o Supremo Tribunal Federal deu provimento ao Recurso Extraordinário RE 511961, interposto pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. Neste julgamento histórico, o STF pôs fim a uma conquista de 40 anos dos jornalistas e da sociedade brasileira, tornando não obrigatória a exigência de diploma para exercício da profissão. A executiva da FENAJ se reúne nesta quinta-feira para avaliar o resultado e traçar novas estratégias da luta pela qualificação do Jornalismo.
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O ministro Gilmar Mendes apresentou seu relatório e voto pela inconstitucionalidade da exigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo. Em determinado trecho, ele mencionou as atividades de culinária e corte e costura, para as quais não é exigido diploma. Dos 9 ministros presentes, sete acompanharam o voto do relator. O ministro Marco Aurélio votou favoravelmente à manutenção do diploma.
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Votaram contra a exigência do diploma:
Carlos Ayres Britto
Carmem Lúcia
Celso de Mello
Cezar Peluso
Ellen Gracie
Eros Grau
Gilmar Mendes
Ricardo Lewandowski
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Somente o ministro Marco Aurélio defendeu a necessidade de curso superior em jornalismo para o exercício da profissão.
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Se os oito ministros foram à favor da desregulamentação da nossa profissão de Jornalista, pelos mesmos critérios de julgamento, deveriam votar pela desregulamentação de todas as profissões, começando pela profissão de magistrado. Para que o diploma de Direito, hein Ministro Gilmar Mendes, se não são exigidos diplomas para as atividades de culinária e corte e costura? Se a sua magnífica comparação vale para Jornalismo, com certeza, vale para o curso de Direito também!
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Chega de desrespeito com os profissionais, chega de desrespeito com a população brasileira. Fenaj, por favor, prossiga nessa luta em defesa do diploma.
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Ahhh... já ia esquecendo... meus pêsames Senhores Ministros por colocarem fim a uma conquista de 40 anos dos jornalistas e da sociedade brasileira.
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Leia a matéria completa no site da FENAJ:

segunda-feira, 8 de junho de 2009

MANIFESTAÇÃO EM DEFESA DA MANUTENÇÃO DO DIPLOMA DE JORNALISTA

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Decisão do STF pode acabar com a obrigatoriedade da formação superior específica para exercício do Jornalismo e causar retrocesso na profissionalização da mídia.
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capa reeditada única e exclusivamente para enfatizar a Manifestação pelo Diploma
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Jornalistas e estudantes se reúnem nesta quarta-feira, dia 10 de junho, na Boca Maldita, no centro de Curitiba, para uma manifestação em defesa do Diploma. Dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) por meio do Recurso Extraordinário 511961 – pretende pôr fim à exigência do diploma, peça central da regulamentação da profissão de jornalista, ensejando a bizarra situação pela qual o exercício da profissão seria permitido mesmo a pessoas com escassa formação educacional.
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Desde a edição das normas que regulamentam a profissão e instituíram a exigência do diploma – decretos-leis 972/69 e 83.284/79 -, a categoria dos jornalistas conseguiu avanços consideráveis na profissionalização da mídia e na adoção por ela de padrões éticos mais compatíveis com a relevância social da imprensa. Contudo, a pretexto de supostamente salvaguardar a liberdade de expressão – que não é comprometida pela regulamentação profissional –, a Justiça pode promover um retrocesso enorme à imprensa e à sociedade em geral.

A se confirmar a desregulamentação, a mídia do país deve mergulhar numa espiral de amadorismo e precarização tanto do nível da informação oferecida pela imprensa quanto das relações de trabalho nas empresas de comunicação. Uma decisão do STF no sentido pretendido pelo Ministério Público Federal iria contra uma tendência desenvolvida em 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos cursos de Jornalismo e contribuiria para a volta às piores práticas de conluio e promiscuidade entre a imprensa e os poderes econômico e político.
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E-mai encaminhado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná:
"Sindijor faz manifestação pelo diploma na quarta-feira.
Na quarta-feira, dia em que o Supremo Tribunal Federal deve julgar o recurso extraordinário na ação que pede o fim da obrigatoriedade do diploma, o Sindijor, em coordenação com a Fenaj e demais sindicatos do país, realiza uma manifestação na Boca Maldita, em Curitiba, defendendo a manutenção da formação superior específica para o exercício da profissão. O ato começa às 13h, pouco antes do início da sessão em Brasília que deve definir os destinos da nossa profissão. Todos os que acreditam no valor da informação de qualidade estão convidados."
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* Dados retirados dos sites da FENAJ e SINDIJOR.
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Sindicato dos Jornalistas Profissionais do PR
Rua José Loureiro, 211 - Centro
80010-140 - Curitiba - PR - Brasil
Jornalista responsável:
Adir Nasser Junior (3819/15/29v)
Site: http://www.sindijorpr.org.br
Blog: http://sindijorpr.blogspot.com
E-mail: extrapauta@sindijorpr.org.br
Fone: (41) 3224-9296
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