Quem sou eu

Minha foto
Curitiba, Paraná, Brazil
Jornalista e Pós-graduada em Comunicação Audiovisual - PUC/PR.

Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Curitiba. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curitiba. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Grupos do WhatsApp podem ter até 256 participantes


Atualização do WhatsApp aumenta número limite de participantes nos grupos

Se até a semana passada o aplicativo limitava em cem o número de pessoas, agora, com a nova versão, o mensageiro preferido da população mundial aumentou o limite de participantes em um grupo para 256.

Hoje, o WhatsApp é utilizado por mais de um bilhão de pessoas no mundo, marca expressiva que poucos aplicativos e serviços já conseguiram.

Para quem não lembra, no início, o WhatsApp permitia que apenas 15 pessoas participassem de um grupo, depois passou para 50, em 2014 para 100, e agora para 256.

A atualização está liberada para todas as versões do aplicativo, tanto para iOS, como para Android, Windows Phone, entre outras.


Grupo "Mais Brasil eu acredito"


De 100 para 256 parcipantes, ajuda ou atrapalha?

Há quem diga que a atualização do WhatsApp foi desnecessária, que mais de cem participantes em um grupo torna-se exagerado e incômodo. 

Esses usuários não deixam de ter razão - até a semana passada, se determinado grupo tivesse um número grande de pessoas interessadas em participar - obrigava os administradores a serem mais seletivos. 

Agora, eles podem abusar, ou melhor, adicionar até 256 integrantes, porém, algumas pessoas podem se incomodar com o volume de mensagens recebidas diariamente.

terça-feira, 25 de março de 2014

Projeto ousado e sustentável

Conheça a casa de alto padrão feita de contêineres em um condomínio de Curitiba

Casa de 240m² feita de contêineres no condomínio Brazville - Curitiba
O que antes era usado apenas na indústria da navegação agora está fazendo sucesso entre as classes A e B. Os contêineres, feitos de aço corten, estão sendo utilizados para a construção de casas em condomínio de alto padrão. Essa técnica construtiva ainda é novidade no Brasil. Conforme explica o arquiteto e urbanista, Danilo Corbas, de São Paulo, faz aproximadamente quatro anos que os projetos residenciais, feitos por arquitetos, começaram a surgir.

Entre as vantagens na utilização de contêineres para projetos residenciais ou comerciais, estão as reduções de custos e de desperdício de material, a rapidez na entrega, a agilidade na montagem, a mobilidade e a sustentabilidade. Segundo Corbas, essa técnica construtiva vem conquistando o mercado: “Não se trata de uma solução final para os problemas de sustentabilidade, mas representa mais um avanço nesse campo. Cada vez mais, há pessoas interessadas em usar esse tipo de construção. Normalmente, são clientes que procuram um novo conceito de morar, que aceitam novidades e não estão presos aos padrões mais conservadores”.
As paredes e o teto podem ser revestidos com drywall ou placas de madeiras
O sistema hidráulico e elétrico é igual ao de uma obra comum, embutidos na parede
Corbas já contabiliza sete projetos residenciais concluídos utilizando contêineres e dez que ainda não foram executados, além dos projetos comerciais e de eventos, como mostras de design e arquitetura. O projeto da casa, localizada no condomínio Brazville, no bairro Orleans, é mais um assinado por Danilo Corbas. 

A proprietária, Katia Gabardo, conta que a rapidez da obra superou suas expectativas, poupando incômodos, estresse e dinheiro: “Desde o princípio, já imaginava que seria algo diferente, mas a rapidez da obra com redução de custos foi o que mais nos surpreendeu, sem contar toda a parte de decoração que deixou a casa super aconchegante, clean e moderna”.

Para esse projeto, foram utilizados seis contêineres que resultaram em uma casa de 240 m² de área privativa, divididos em dois andares. A obra levou cinco meses para ser concluída, com um custo 30% menor se comparado à construção de alvenaria. A proprietária conta que em um dia o terreno estava vazio e no outro já havia toda a parte estrutural montada. 
Foram utilizados seis contêineres para construir a casa de 240 m² de área privativa
O que demandou mais tempo foram os projetos complementares como revestimento de paredes, contrapiso e piso, projeto elétrico, hidráulico, luminotécnico e de marcenaria, além da escolha de acabamentos, comenta a arquiteta e design de interiores Priscila Ferstemberg, que deu continuidade no projeto até a finalização e entrega da casa. 


A arquiteta lembra que decorar uma casa feita de contêineres requer algumas técnicas específicas que já vêm executadas junto com o projeto arquitetônico. “Priorizo sempre o conforto térmico e acústico dentro da casa, aliado à praticidade, à funcionalidade e ao bom gosto. O projeto já é pensado com muitas aberturas, ventilação cruzada e iluminação natural, além de revestimentos com placas  termoacústicas, sistema de drywall e tecidos quentes. Procuro misturar o clássico com o contemporâneo, ambos se complementam e tornam os espaços extremamente agradáveis, funcionais e práticos”, explica Priscila.
Varanda 
Garagem

Contêineres

Os contêineres utilizados no transporte marítimo têm vida útil de cerca de dez anos. Após esse período são substituídos por equipamentos novos, pois deixam de ficar esteticamente atraentes, principalmente para clientes do mercado internacional. Mas no que diz respeito aos aspectos estruturais e funcionais, estão em perfeito estado e podem ser utilizados na construção civil, chegando a durar 90 anos.

Segundo o gerente técnico e de projetos da Delta Contêineres, Pablo Castilho, as cidades de Curitiba e São Paulo demonstram maior interesse em utilizar essa técnica construtiva. A Delta Containers é uma empresa curitibana, que fornece os contêineres para construção de residências, escritórios comerciais, plantão de vendas, pet shop, academia, self storage, entre outros projetos.
Pátio da empresa Delta Containers
O valor de cada contêiner varia de acordo com o projeto que o cliente deseja. Vai depender da quantidade de cortes necessários, medidas de portas e janelas e revestimentos utilizados, conta Castilho.

Os tamanhos e formatos de contêineres variam, mas geralmente são utilizados em projetos especiais o Dry de 20 e 40 pés, principalmente por ter o pé direito mais alto. O de 20 pés equivale a 6 metros de comprimento por 2,45 metros de largura por 2,60 metros de altura. Já o de 40 pés (High Cube) tem 12 metros de comprimento por 2,45 metros de largura por 2,90 metros de altura.
Contêineres com os cortes de portas e janelas 
Para a seleção dos contêineres, levam-se em consideração, primeiramente, as condições estruturais, se estão íntegros e dentro das medidas ISSO. Posteriormente, verifica-se se o contêiner não transportou produtos químicos ou cargas corrosivas. Em seguida, é realizada uma limpeza para remoção de graxas e óleos e faz-se um tratamento abrasivo para receber a pintura. 

A fundação para abrigar uma casa de contêiner depende do terreno e da preferência do cliente. Entretanto, é importante frisar que o contêiner não necessita de uma base única e sim de quatro pontos estruturais nas extremidades, chamadas sapatas. Já as instalações elétricas e hidráulicas ficam embutidas com acabamento que podem ser em drywall, MDF ou outro material.

Mais informações sobre essa técnica construtiva podem ser obtidas no site da Delta Containers ou com os arquitetos:
Danilo Corbas (11) 2858-4888 - email: danilocorbas@hotmail.com
Priscila Ferstemberg (41) 3029-9560 – email: pferstemberg@hotmail.com.

Depois dessas dicas, convido você para conhecer as opções de imóveis de alto padrão que a J8 Imóveis tem para lhe oferecer.

domingo, 24 de junho de 2012

Visitas à maternidade exige bom senso

Como se comportar ao visitar um recém-nascido na maternidade

Eu e meu bebê na maternidade. São momentos únicos. Por isso, precisamos aproveitar ao máximo.
Sua amiga, prima, colega de trabalho ou irmã deu à luz e você quer fazer uma visita? Ok, sem problemas, desde que ela queira receber visitas e que você tenha bom senso e respeito. Afinal, a recuperação é lenta, principalmente se for cesárea, sem contar que a parturiente e o bebê estão se conhecendo - ela acabou de receber um novo ser e quer dividir essas primeiras 48 horas com o pai e o bebê porque foram nove meses de espera para ver o tão sonhado rostinho.

Sim, eu sei que você comprou o presente com o maior carinho e está louca para presentear o bebê (além da curiosidade, é claro), mas com certeza a mãe que acabou de receber seu maior presente, seu bebezinho, dispensa qualquer joia, vestido, calçadinho, etc por um descanso, cochilo ou simplesmente para deixar seu bebê em paz, sem aquelas risadas, gargalhadas ou então pessoas desajeitadas que pegam o bebê de qualquer maneira e acham que porque já tiveram filho sabem tudo.

Acreditem, ainda tem a pior parte: sabe aquelas mães que querem dar o bebê que nem sequer completou 24 horas de vida para outra criança segurar. Detalhe: a criança já pulou, brincou, colocou as mãos no chão e está com o seu bem mais precioso e frágil nas mãos. Isso é um absurdo! (oiiii, mães?)
Chegada do bebê - esse momento é muito esperado, afinal, só agora a mãe poderá vê-lo realmente como o bebê é, tocá-lo e cheirá-lo porque no momento do nascimento é muito rápido devido aos procedimentos que o bebê necessita. Então meus caros, deixem esse momento para a mãe, o pai e alguém que a mãe realmente faça questão da presença.
Elenquei 13 dicas preciosas que funcionam perfeitamente, se você segui-las:

- Seja breve. Permaneça, no máximo, 30 minutos. Isso se tiver pouca gente, caso contrário fique 15 minutos. A mãe e o bebê precisam de repouso.

- Lave suas mãos com álcool gel assim que entrar no quarto. Você veio de fora, de um ambiente poluído.

- Evite pegar o bebê no colo. Muitas mães não gostam, seja por medo de alguma doença ou ciúmes do bebê. Se a mãe oferecer, ok.

- Não use perfume para visitar um recém-nascido. Não importa se é suave ou doce. Você precisa estar ciente que o bebê pode ser alérgico. Ah, sim, se é fumante, por favor, evite fumar no percurso até a maternidade.

- Se estiver com febre, resfriado ou outras doenças, não vá à maternidade. Não custa esperar alguns dias e visitá-los em casa, depois que você estiver curado. O bebê ainda não tem imunidade suficiente.

- Caríssimos pais, NÃO LEVEM CRIANÇAS HIPERATIVAS OU AGITADAS. Pelo amor de Deus, dá um mal estar de ver uma criança gritando ou pulando no quarto da maternidade. O mais desesperador é ver a criança gritando próximo do ouvido do seu filho que acabou de sair do seu ventre.

- Não dê palpites, sugestões e dicas. A mãe se preparou durante nove meses para receber seu pequeno. Então tente segurar sua onda. Isso serve para as avós e aquelas tias que adoram palpitar. O bom senso diz que se deve respeitar a mãe porque ela descobrirá aos poucos as melhores maneiras de lidar com seu filho.

- Se o médico ou a enfermeira chegar queira, POR GENTILEZA, se retirar do quarto. É muito constrangedor para a mãe, por exemplo, se precisar trocar um curativo ou então amamentar com a ajuda da enfermeira com aqueles olhares curiosos voltados para ela. As recomendações só dizem respeito à mãe e ao pai. Não seja deselegante.

- Vale lembrar que nem sempre a mãe quer receber visitas na maternidade. Muitas vezes ela prefere recebê-las em casa. Há aquelas que preferem que venham à maternidade para não se preocuparem com a desordem da casa ou então em servir algo às visitas.

10ª - Fotografar ou filmar somente com o consentimento dos pais.

11ª - As visitas são importantes e geralmente quem vem nos visitar são pessoas que nos amam, que nos querem bem e muitas por pura curiosidade. Mas o que precisa levar em consideração é que o pós-operatório é para a parturiente descansar.

12ª - Tarefa para o papai: pedir licença às pessoas que a mamãe quer amamentar ou dormir um pouco por estar cansada. É importante que as visitas não ultrapassem o horário das 19h porque a mãe e o bebê precisam dormir. Afinal, quem terá que acordar no meio da noite para amamentar é a mãe.

13ª - Lembrancinhas: por favor, peguem uma por família. Se a lembrança é trufa ou outro doce, não queira comer a sua e colocar outra na caixinha ou então levar para outra pessoa que não pôde visitá-la.

Pessoal, essas dicas valem também para os primeiros dias em casa, ok!
Espero que gostem da matéria e compartilhem com as recentes e futuras mamães. Talvez possa ajudá-las durante a estadia na maternidade e nos primeiros dias em casa. Que tal enviar para suas amigas despretensiosamente? Acho que elas vão entender o recado.

Valeu!

sábado, 30 de janeiro de 2010

A Magia da Ilha do Mel - Odilon Oscar Sottomaior Macedo


Para quem já admirava a Ilha do Mel, agora vai se encantar muito mais ao ler o livro “A Magia da Ilha do Mel”, do autor curitibano, Odilon Oscar Sottomaior Macedo. A obra proporciona momentos de reflexão. Basta você começar a ler para repensar na maneira como está conduzindo sua vida.

Ao mesmo tempo em que o autor relata sua magnífica experiência na Ilha do Mel, também traça um paralelo com o comportamento humano (corpo, mente e alma).


Algumas passagens do livro são hilárias... outras de fantasia, imaginação, ilusão... outras reais. Mas isso é o que menos importa. O que torna a leitura interessante são os momentos que paramos para refletir. Abaixo cito três parágrafos que considero essenciais para nossas vidas.


“Só a mente positiva pode produzir resultados positivos. Só a mente correta pode alcançar resultados corretos. Nunca mais pense pequeno e nem se diminua. Seu pensamento é sua fortaleza. Pense grande e será grande” – pág. 84


“A nossa fortaleza pessoal tem que ser mantida sempre atualizada, reforçada e estar acompanhando a evolução da humanidade. Ela não pode se tornar obsoleta tem que estar sempre preparada para o bom combate” – pág. 102


“Quanto mais o sábio se conhece como essência e como ser integral, mais rápido despertará o talento, o potencial, a criatividade e fundamentalmente aproveitará melhor sua estada neste planeta como ser humano” – pág. 130

Dados do livro:
Editora: Instituto Memória Editora
ISBN(13): 9788561801342
Origem: Nacional
Ano de publicação: 2009
Edição: 1ª
Acabamento: Paperback
Nº de páginas: 144

terça-feira, 23 de junho de 2009

JORNALISTAS E ESTUDANTES PROTESTAM CONTRA O FIM DA OBRIGATORIEDADE DO DIPLOMA

Movimento nacional expressa revolta com decisão do Supremo Tribunal Federal


Jornalistas e estudantes de Jornalismo das faculdades de Curitiba se reúnem nesta quarta-feira, dia 24, às 11h, no Centro de Curitiba para manifestar a indignação da categoria contra a absurda decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou inconstitucional a obrigatoriedade da formação superior específica em Jornalismo para o exercício da profissão.
.
A ação, coordenada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, acontecerá na Esquina das Marechais (cruzamento das ruas Marechal Floriano e Marechal Deodoro) e deve contar com a participação de estudantes da PUC, UniBrasil, Opet, Universidade Positivo, UFPR e Facinter. Está sendo organizada ainda a vinda de acadêmicos de Jornalismo da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

A ação em Curitiba se soma ao movimento de indignação que toma conta dos profissionais e estudantes de todo o país, que viram a mais alta corte da nação pôr abaixo o principal pilar da regulamentação da profissão, uma conquista de 40 anos da categoria e da sociedade, metade deste tempo sob a égide da Constituição de 1988.

Ontem, ocorreram ações para demonstrar a revolta contra o despautério engendrado no STF. Jornalistas e estudantes se reuniram em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Teresina, Caxias do Sul (RS) e Porto Alegre. Em São Paulo, o protesto ocorreu em frente a um hotel onde o ministro Gilmar Mendes – que relatou a decisão pela queda do diploma comparando jornalistas a cozinheiros – realizava uma palestra para uma entidade de empresários. Sintomaticamente, Mendes havia defendido que, com o fim da exigência do diploma, os critérios das empresas é que presidiriam a admissão de jornalistas na profissão. Em Brasília, a manifestação foi diante do STF.
.
Apoio
.
Nesta segunda-feira, na Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado Tadeu Veneri (PT) defendeu, em discurso na tribuna do Plenário, a obrigatoriedade do diploma para o exercício do Jornalismo e considerou que a “decisão do Supremo é um atraso para o país”. Segundo o parlamentar, “a visão de que o Jornalismo não precisa de conhecimentos técnicos é equivocada. Como será que a OAB reagiria se os advogados não precisassem de um diploma, de ter conhecimentos específicos, de um diploma para atestar sua capacidade profissional? Será que para ser um juiz de direito não precisa de habilitação em um curso superior?”

Manifestação contra a decisão do STF que extinguiu a exigência do diploma para o exercício do Jornalismo
Onde: esquina das ruas Marechal Deodoro e Marechal Floriano, Centro de Curitiba.
Quando:
quarta-feira, dia 24 de junho, às 11h.
.
Fonte: Sindicato dos Jornalistas Profissionais do PR
Rua José Loureiro, 211 - Centro
80010-140 - Curitiba - PR - Brasil
Jornalista responsável:
Adir Nasser Junior (MTE 3819/15/29v)
http://www.sindijorpr.org.br
fone: (41) 3224-9296

segunda-feira, 8 de junho de 2009

MANIFESTAÇÃO EM DEFESA DA MANUTENÇÃO DO DIPLOMA DE JORNALISTA

.
Decisão do STF pode acabar com a obrigatoriedade da formação superior específica para exercício do Jornalismo e causar retrocesso na profissionalização da mídia.
.
capa reeditada única e exclusivamente para enfatizar a Manifestação pelo Diploma
.
Jornalistas e estudantes se reúnem nesta quarta-feira, dia 10 de junho, na Boca Maldita, no centro de Curitiba, para uma manifestação em defesa do Diploma. Dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) por meio do Recurso Extraordinário 511961 – pretende pôr fim à exigência do diploma, peça central da regulamentação da profissão de jornalista, ensejando a bizarra situação pela qual o exercício da profissão seria permitido mesmo a pessoas com escassa formação educacional.
.
Desde a edição das normas que regulamentam a profissão e instituíram a exigência do diploma – decretos-leis 972/69 e 83.284/79 -, a categoria dos jornalistas conseguiu avanços consideráveis na profissionalização da mídia e na adoção por ela de padrões éticos mais compatíveis com a relevância social da imprensa. Contudo, a pretexto de supostamente salvaguardar a liberdade de expressão – que não é comprometida pela regulamentação profissional –, a Justiça pode promover um retrocesso enorme à imprensa e à sociedade em geral.

A se confirmar a desregulamentação, a mídia do país deve mergulhar numa espiral de amadorismo e precarização tanto do nível da informação oferecida pela imprensa quanto das relações de trabalho nas empresas de comunicação. Uma decisão do STF no sentido pretendido pelo Ministério Público Federal iria contra uma tendência desenvolvida em 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos cursos de Jornalismo e contribuiria para a volta às piores práticas de conluio e promiscuidade entre a imprensa e os poderes econômico e político.
.
E-mai encaminhado pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná:
"Sindijor faz manifestação pelo diploma na quarta-feira.
Na quarta-feira, dia em que o Supremo Tribunal Federal deve julgar o recurso extraordinário na ação que pede o fim da obrigatoriedade do diploma, o Sindijor, em coordenação com a Fenaj e demais sindicatos do país, realiza uma manifestação na Boca Maldita, em Curitiba, defendendo a manutenção da formação superior específica para o exercício da profissão. O ato começa às 13h, pouco antes do início da sessão em Brasília que deve definir os destinos da nossa profissão. Todos os que acreditam no valor da informação de qualidade estão convidados."
.
* Dados retirados dos sites da FENAJ e SINDIJOR.
______________________________________
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do PR
Rua José Loureiro, 211 - Centro
80010-140 - Curitiba - PR - Brasil
Jornalista responsável:
Adir Nasser Junior (3819/15/29v)
Site: http://www.sindijorpr.org.br
Blog: http://sindijorpr.blogspot.com
E-mail: extrapauta@sindijorpr.org.br
Fone: (41) 3224-9296
.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

CURITIBA VAI SEDIAR COPA DO MUNDO DE 2014

.
A Fifa anunciou neste domingo, dia 31 de maio, as 12 cidades brasileiras escolhidas para receber os jogos da Copa do Mundo de 2014. O anúncio, feito pelo presidente da Fifa, Joseph Blatter, direto das Bahamas, deixou não só a população curitibana, mas todos os paranaenses entusiasmados com a notícia de que Curitiba é cidade-sede do Mundial de 2014.

Esta será a segunda Copa realizada nos gramados brasileiros, sendo que a primeira foi em 1950. Ao todo eram 17 capitais brasileiras participando da disputa, mas apenas 12 poderiam ser escolhidas. As 5 que ficaram de fora são: Florianópolis, Campo Grande, Goiânia, Rio Branco e Belém. No mapa abaixo estão as 12 cidades que vão sediar os jogos da Copa de 2014.
O Brasil terá muito o que fazer em cinco anos para receber os turistas e torcedores que virão para os jogos do Mundial. Curitiba, que já conta com uma infra-estrutura favorável para receber os turistas que normalmente visitam a capital paranaense, vai ter de ralar muito até 2014 para deixar a cidade nas condições adequadas para atender o grande número de visitantes e torcedores.

Para o prefeito Beto Richa, dinheiro não será o problema para os investimentos em infra-estrutura. Além do que, todos os investimentos feitos na capital paranaense ficarão para a população usufruir posteriormente. As obras como da Arena da Baixada, do metrô e do novo Corredor Metropolitano já estão no projeto para serem executadas.
Projeto do metrô

O Estádio Joaquim Américo, Kyocera Arena, Arena da Baixada, ou ainda Arena do Atlético Paranaense, como preferir chamá-lo, será o ponto de partida para execução das obras.
.
Atual fachada da Arena - crédito: Arquivo Sinaenco

Essas fotos abaixo, que vazaram na internet há duas semanas, mostram como ficará o Estádio em 2014. A obra custará em torno de R$ 150 milhões.
.
Imagem aérea do futuro Estádio Joaquim Américo

Entrada principal
Lojas e restaurantes Arquibancadas mais próximas ao gramado
Espaços internos serão ampliados

Imagem da Arena e da Praça Afonso Botelho


Todas as obras custarão nada menos que R$ 9 bilhões, mas como já dito anteriormente, o importante será o legado que essas obras deixarão para Curitiba. Esperamos que não se restrinja apenas ao período do Mundial.

Se quiser saber mais detalhes do projeto da Arena clique aqui: http://www.atleticoparanaense.com/projetoarena